Cães que latem demais: como agir Assista ao vídeo
Os latidos exagerados de um cão podem incomodar até mesmo os mais calmos e pacientes donos e vizinhos
Algumas raças tendem a latir mais do que as outras. É o caso dos Beagles, que costumam ser um pouco mais barulhentos. Caso você não queira lidar com latidos a mais, o melhor é optar por cães mais silenciosos, como o Golden Retriever e o Akita, por exemplo. Mas se o seu cão passou do limite do latido normal, o ideal é solucionar o problema o quanto antes. Ao longo desse artigo você vai conhecer as possíveis causas e soluções para o latido crônico.
Cuidados básicos
O primeiro passo, antes de qualquer coisa, é verificar se o cachorro está saudável, bem alimentado e se tem pelo menos três passeios por semana. Poucos sabem, mas oferecer companhia aos cães é fundamental para manter seu bem estar. Animais que ficam presos no fundo do quintal, sem o mínimo de interação com a família, por exemplo, podem desenvolver problemas comportamentais, como latir exageradamente.
Incentivo inconsciente
Os latidos em excesso podem ser causados por vários fatores além do isolamento: medo, fome, sede, instinto de proteção ou, simplesmente, vontade de chamar a atenção. E neste último caso, muitas vezes o dono, inconscientemente, incentiva o cachorro a latir. Isso pode ser facilmente identificado em proprietários que enchem o cachorro de carinhos e petiscos toda vez que ele late. A estratégia que o dono está usando para acalmá-lo, só reforça o comportamento errado, pois o cachorro aprende que latindo conseguirá atenção. O mais aconselhável é ignorar o cão sempre que ele latir para pedir alguma coisa. O fracasso da tentativa já é uma eficiente punição.
Corrigindo o comportamento errado
Se mesmo depois de eliminar todos os motivos que podem levar aos latidos em excesso, o cachorro ainda sustentar este comportamento, é o momento de puni-lo. Vale ressaltar que a intenção da punição não é, em hipótese nenhuma, machucar o cão, mas sim lhe causar apenas sensação de desconforto. E atenção: a punição não deve estar associada a você e sim ao comportamento errado, caso contrário quando você não estiver em casa ele voltará a latir demais. Jogar algum objeto barulhento que assuste o cachorro é um bom truque. Sempre lembrando que o cão não pode perceber que é você quem está fazendo o barulho. Também é muito importante recompensar o cachorro sempre que ficar quieto. Quando não estiver latindo, dê petiscos e bastante carinho a ele.
Testando o aprendizado
Acostume seu cachorro com situações que provocam o latido, como a campainha tocando, e sempre o recompense se ele ficar em silêncio. Não se esqueça que o objetivo do treinamento é impedir o cão de latir em demasia e não fazê-lo parar de latir, pois certamente você não vai querer que ele fique quieto caso algum estranho entre sem ser convidado.
Como lidar com a agressividade dos gatos. Assista ao vídeo
A agressividade felina surpreende alguns proprietários que, na maioria das vezes, não sabem que atitude tomar diante desse comportamento.
O fato é que a agressividade garantiu a sobrevivência dos ancestrais dos gatos, e os mantêm seguros há séculos. Mesmo em um ambiente familiar, algumas de nossas atitudes, até as mais inconscientes, podem significar uma ameaça ao bichano que, naturalmente, não irá hesitar em responder à altura.
Defesa e confiança
Sempre que o gato se sente acuado, procura escapar ou se defender da suposta ameaça. Neste momento de auto defesa, se alguém tentar impedi-lo, certamente será atacado, mesmo que seja um conhecido. Portanto, conquiste a confiança do gato antes de qualquer aproximação. Para isso, mostre claramente ao bichano que sua intenção não é atacá-lo ou machucá-lo, e tente nunca obstruir uma rota de fuga dele. O gato também pode demonstrar agressividade para defender seu território e, por instinto, pode querer expulsar qualquer estranho que se aproximar. Então, para que o felino receba bem pessoas ou animais desconhecidos, torne este momento prazeroso para ele. Você pode fazer isso oferecendo petiscos sempre que houver alguém diferente em casa. Não force a aproximação, e não repreenda o gato caso ele estranhe a nova visita ou animal, rosnando e arrepiando os pêlos. Mas, fique atento: caso o gato faça menção de atacar o visitante, o correto é inibir a tentativa imediatamente. Se você não o fizer, ele pode se tornar extremamente controlador. Um bom truque é borrifar água no focinho do bichano no exato momento da ação (cuidado com os ouvidos!).
Protegendo a ninhada
Uma fêmea com filhotes pode considerar a aproximação de uma pessoa ou animal uma ameaça à ninhada e pode ficar bastante agressiva. Para evitar problemas, chegue perto dela devagar, sem movimentos bruscos, e não olhe muito para os filhotes. Ofereça-lhe um petisco ou brinquedo, fique longe e deixe que a gata venha até você.
Brincadeiras sob controle
Para treinar suas habilidades de disputa, caça e defesa o gato geralmente faz brincadeiras que, inicialmente podem parecer delicadas, mas que possivelmente acabarão em arranhões e mordidas. Por isso, desvie a agressividade dele para algum brinquedo, ou simule uma presa serpenteando uma corda e ou rolando bolinha. Não permita também que o gato brinque de caçar sua mão ou qualquer outra parte do seu corpo. Até mesmo porque, se o bichano notar que consegue o quer mordendo e arranhando, usará atitudes agressivas para obter vantagens e controlar situações. Por exemplo: se ele estiver no seu colo e te morder, não solte-o imediatamente. Assim, ele não associará sua atitude à mordida. Espere um instante e só depois tire o bichano do seu colo.
Evite disputas
Gatos que vivem em um mesmo espaço podem criar disputas por comida, caixa higiênica, cama, arranhador... Para impedir as desavenças, mantenha as vasilhas de comida, brinquedos e caixas em locais separados, tornando impossível o controle visual de todos os objetos ao mesmo tempo.
Como lidar com cachorros ciumentos. | Assista ao vídeo
Conheça as atitudes que podem desencadear este comportamento e o que fazer para estabelecer um convívio pacífico e prazeroso entre o cão, você e os outros.
O ciúme é um sentimento comum entre os animais que vivem em grupo, como os cachorros. Pensando em uma matilha, dentro da qual os cães se organizam hierarquicamente, os indivíduos mais próximos ao líder desfrutam de algumas vantagens: proteção, melhor qualidade da alimentação, melhores parceiros para cruza, entre outras. Sendo assim, a aproximação de outros animais que possam ameaçar seu posto junto ao líder, pode provocar reações negativas como agressividade. O mesmo ocorre em nossa casa: para o cão, a família é a sua matilha e qualquer desconhecido ou novato que se aproxime de seu líder pode provocar ciúme. Conheça a seguir as atitudes que podem desencadear este comportamento e o que fazer para estabelecer um convívio pacífico e prazeroso entre o cão, você e os outros.
Ciúme de outro animal
É muito comum que as pessoas parem de fazer carinho em um cachorro quando outro chega ao ambiente, ou comece a acariciar o recém-chegado. O cachorro que estava recebendo atenção automaticamente associa o fim do afago com a chegada do outro animal e, naturalmente, sente ciúme. Na verdade, o ideal é redobrar a atenção oferecida ao primeiro cão, dando petiscos e demonstrando ainda mais amor. Assim, ele associará a presença do outro a algo prazeroso e passará a gostar de tê-lo por perto. Mas, fique atento: caso haja alguma demonstração de agressividade por parte de qualquer um dos cães, repreenda-o com uma bronca imediatamente, ou com algo que cause desconforto a ele, como uma borrifada de água no focinho. Em casos de ciúme exagerado é ainda recomendável oferecer carinho ao cão ciumento apenas na presença do outro animal, para que ele associe o afago ou o petisco à chegada do amigo.
Novo membro da matilha
A chegada de um bebê em casa também é uma situação que, na maioria das vezes, provoca ciúme nos cães. Afinal, eles deixam de ser o centro das atenções e começam a sofrer privações, como não ter mais livre acesso a você e aos cômodos da casa, por exemplo. Para piorar ainda mais a situação, algumas pessoas, quando estão com o bebê no colo, costumam afastar o cachorro e, em alguns casos, até gritar para mantê-lo distante. O cão então associa o bebê à perda de atenção e passa a não gostar da presença dele. Portanto, quando o neném estiver por perto, faça ainda mais carinho no cachorro. Dê petiscos, chame-o pelo nome, inclusive nos momentos em que criança estiver em seu colo. Se sentir receio de dar o petisco, peça para outra pessoa fazer isso. Assim, além de aceitar a chegada do bebê com mais tranqüilidade, o cão ainda ficará feliz com a presença dele no mesmo ambiente.
Ciúme de pessoas
Se o seu cão sente ciúme das pessoas que se aproximam de você, o primeiro passo é deixar claro para ele que você é o líder da matilha. Para isso, sempre que ele demonstrar agressividade por conta dessa aproximação, repreenda-o imediatamente. Vale ressaltar que a bronca deve ser dada pelo dono, e nunca pela pessoa que está sendo atacada. Muito pelo contrário. Se o cão demonstrar ciúme quando você recebe a visita de um amigo, por exemplo, associe a presença dele a algo agradável para o cachorro. Peça para o visitante oferecer bastante carinho ao cão e, se possível, dar um petisco a ele.
Como lidar com cachorros que destroem objetos e móveis. Assista ao vídeo
Boa parte do conhecimento que os cachorros têm do mundo foi adquirida através da boca
Por isso, o que para nós é simplesmente destruir, para eles é necessário e tem outra finalidade. Procurar entender o porquê desse comportamento é a melhor forma de conseguir.
Filhotes
Quando filhote, o cão morde objetos e móveis por diferentes motivos. Um deles está ligado ao conhecimento. Ao roer, o cãozinho está explorando coisas que não conhece. Portanto, ofereça a ele vários brinquedos de diferentes materiais. Dessa maneira, você lhe dará a oportunidade de continuar descobrindo o mundo de uma forma segura para ele e para seus pertences. Outro fator que faz com que o filhote destrua objetos é o desconforto. Quando acontece a troca dos dentes, a gengiva dos cães coça bastante. Neste caso, eles mordem tudo que vêem pela frente para aliviar essa sensação desagradável. Uma dica é colocar os brinquedos dele no congelador. O gelado ajudará a diminuir a coceira na gengiva.
Cães ociosos
Alguns cachorros podem destruir os objetos por falta de atividade. Proporcionar ao cão exercícios periódicos é de extrema importância para o bem estar dele. Além das atividades convencionais como correr e caminhar, você pode preparar alguns passatempos em casa mesmo. Escolha brinquedos dentro dos quais você consiga esconder petiscos ou até mesmo um pouco de ração. O cachorro irá se divertir tentando tirar as guloseimas do objeto, além de se exercitar. Uma outra alternativa é dar ao cão um coco verde para brincar. Ele pode fazer alguma sujeira ao desfiá-lo, contudo você não terá destruído nenhum objeto de valor.
Pedindo atenção
A carência também pode levar o cão a destruir coisas, na maioria das vezes, utensílios pessoais. Isso porque, quando se sente carente, o cão procura interagir com objetos que têm o cheiro do dono, ou com aqueles que os familiares mexem sempre. Logo, atribua importância e deixe o seu cheiro nos brinquedos dele. Assim, o cachorro roerá os objetos que pertencem a ele e não os seus.
O que pode e o que não pode?
Torne o comportamento de morder móveis e objetos da família em algo desagradável para o cão. Quando ele o fizer, jogue em sua direção objetos barulhentos, como uma lata com moedas. É essencial que a repreensão seja feita no exato momento em que o cão está mordendo o objeto proibido, pois não adiantará nada puni-lo depois. Outra dica é borrifar algo amargo, não tóxico, nas coisas que ele costuma morder. Substâncias com essa finalidade são facilmente encontradas, para venda, em Pet Shops. Lembre-se sempre que também é muito importante recompensar o cachorro quando ele agir certo. Agrade-o com carinho e petiscos sempre que ele estiver mordendo os brinquedos dele. Aos poucos, o cachorro aprenderá quais objetos pode roer.
Como ensinar o gato a usar a caixa higiênica. Assista ao vídeo
Os gatos têm o costume de enterrar suas necessidades para escondê-las, comportamento herdado de seus ancestrais.
Neste artigo, daremos dicas de como estimular os bichanos a usar a caixa higiênica como banheiro.
Motivando a utilização
Os gatos precisam ser estimulados a fazer suas necessidades na caixa higiênica, deixando de lado a preferência por outros locais. Várias questões podem influenciá-lo. Uma delas é a escolha da caixa. Existem no mercado diversos tipos de caixas higiênicas (abertas, semi-abertas, totalmente fechadas) e substratos (areia, flocos, entre outros elementos com essa finalidade). Varie as caixas, os substratos e também os locais até que você descubra de qual seu gato gosta mais e onde ele se sente mais à vontade.
A importância da limpeza
Alguns gatos se recusam a usar a caixa quando ela está suja. Por isso, tenha sempre uma a mais em relação à quantidade de gatos que há na casa. Por exemplo, três caixas para dois gatos; duas para um gato e assim por diante. Tomando sempre o cuidado de manter, pelo menos, uma limpa.
O local apropriado
Os gatos têm algumas exigências quanto ao local do banheiro. Eles evitam fazer suas necessidades perto da água e do alimento, do lugar onde dormem e também de onde estão seus filhotes. Então coloque a caixa higiênica longe desses espaços específicos. Caso o felino adote como banheiro um lugar que não é conveniente para você, coloque a caixa lá e vá deslocando-a aos poucos até chegar ao local de sua preferência.
Segurança é essencial
Procure posicionar a caixa higiênica em um local onde o gato se sinta seguro. A falta de segurança pode fazer com que o bichano eleja um outro lugar para se aliviar. Por isso, coloque as caixas em pontos onde ele não leve sustos, longe de correntes de ar, portas que batem ou de outros animais que possam incomodar. Alguns gatos preferem que o banheiro fique em lugares altos, principalmente aqueles que estão sujeitos à aproximação indesejada de cães. Há também os que têm as caixas cobertas como preferência, talvez por privacidade.
Cuidado com intimidações
Os gatos são capazes de controlar o território de maneira muito sutil, sem que você perceba qualquer atitude. Portanto, se você tem mais de um gato, fique atento: ele pode inibir o outro quando estiver fazendo suas necessidades. Para resolver a situação, distancie as caixas para que não haja o controle visual de todas ao mesmo tempo. Assim, o gato que se sentir intimidado poderá utilizar o banheiro com mais privacidade.
Como apresentar um cachorro a outro. Assista ao vídeo
Um único desentendimento entre o cão que já vive em casa e o recém-chegado pode representar inimizade para sempre. Sendo assim, uma apresentação pacífica e gradual é muito importante para evitar futuras brigas entre eles.
Território neutro
O ideal é que esta apresentação seja feita em um território desconhecido pelos dois cães, pois eles tendem a ficar mais agressivos nos espaços que conhecem bem. Um bom lugar é a rua, mas você precisará de um ajudante. Coloque cada um dos cães em uma calçada, contidos numa guia, em uma distância que impeça provocações entre eles. Assim, caso os dois se estranhem, o controle será facilmente retomado por uma repreensão.
Controlados e calmos
Não permita que os cães se olhem fixamente, nem que puxem a guia, arrastando o condutor. Se um deles tomar a atitude errada, dê um puxão rápido na guia acompanhado da palavra "não", o que provocará um pequeno susto, uma sensação desagradável ao cão. Para evitar que olhe novamente, mude o foco da atenção dele usando brinquedos para distraí-lo. Quando cada cachorro ficar completamente calmo ao ver o outro distante, comece a aproximá-los gradualmente através de uma caminhada, um ao lado do outro, na mesma direção para que eles não tenham a chance de se encarar e, provavelmente, ficarão entretidos com o que vêem pela frente. Os dois condutores então devem diminuir gradativamente a distância entre eles, até que os cães estejam caminhando praticamente encostados. Caso haja alguma reação negativa de um dos cães em relação ao outro não aceite e repreenda-o. Se não houver conflitos e ambos estiverem agindo da maneira desejada, elogie e ofereça petiscos aos dois, assim o aprendizado se tornará muito mais prazeroso para eles. Também é muito importante estar preparado para uma eventual briga. Por isso, tenha sempre a mão um extintor de incêndio de gás carbônico (CO2), que não é tóxico, cujo jato de gás produz um efeito mais assustador do que jogar água. Mas, atenção: não utilize outro tipo de extintor, pois pode provocar sérias intoxicações!
No mesmo ambiente
Apenas quando os cães estiverem se aceitando completamente, partimos para a última etapa da aproximação: colocá-los juntos. Antes de promover o completo contato em um mesmo ambiente, caminhe com eles até eles se sentirem cansados. Em seguida, deixe os dois no local onde ficarão. Para não incentivar disputas, tire deste lugar tudo que possa causá-las, como comida, brinquedos, etc.
Dicas Importantes
Tenha sempre o controle absoluto dos cães, só assim você conseguirá impedir uma possível hostilidade entre eles. Recompense-os com petiscos e carinhos sempre que fizerem algo correto a cada etapa do exercício. Isso mostra ao seu cachorro que você está no comando, além de estimular a repetição do comportamento. Só deixe os cães juntos após o exercício de apresentação ser concluído com eficácia. Caso contrário, não os coloque no mesmo espaço e nem em locais onde possam se ver. Uma simples provocação pode anular o treinamento e incitar a agressividade. Se você tiver mais de um cão em casa faça o exercício com um de cada vez até que todos aceitem o novo membro da família.
Cuidado!
Se você não tem experiência com cães, redobre a atenção. E se sentir dificuldade, procure a ajuda de um especialista para evitar que você e seu ajudante se machuquem.
Pular é uma expressão de felicidade que pode acabar sujando e até mesmo rasgando as roupas do dono e até mesmo de suas visitas.
Para impedir que seu cão pule nas pessoas é preciso, primeiro, que você entenda como ele se sente.
Cães que pulam nos donos e nas visitas: o que fazer?
O encontro com o dono é um dos melhores momentos do dia para o cão, que demonstra toda essa alegria de várias formas: alguns latem, outros trazem objetos e tem ainda os que pulam muito para demonstrar seu contentamento ao vê-lo. Pular é uma expressão de felicidade que pode acabar sujando e até mesmo rasgando as roupas do dono que, automaticamente, começa a evitar ou encurtar esses encontros. Sem contar quando ele age assim com as visitas que você recebe em casa! Para impedir que seu cão pule nas pessoas é preciso, primeiro, que você entenda como ele se sente.
Recepcionando o dono
Quando você evita o cão e o empurra ou grita, ele entende essa atitude como uma brincadeira e acaba ficando mais agitado ainda. Passar rápido pelo cachorro é outra forma errada de lidar com o problema, pois quando ele o encontrar vai querer aproveitar o breve momento com você da maneira mais intensa possível, o que quer dizer mais pulos e agitação. Uma boa dica para evitar que ele não te receba pulando é não estimulá-lo quando você entra em casa. Ao chegar, não faça aquela festa com o cão, isso impedirá que ele fique mais excitado. Além de fazê-lo pular menos, o sofrimento pela sua ausência e a ansiedade pelo seu retorno também diminuirão. O que é muito importante, afinal o cão ansioso pode desenvolver comportamentos compulsivos, como lamber-se demasiadamente, chegando a se machucar.
Pulando nos visitantes
Antes de tentar resolver este problema que deixa muitos proprietários constrangidos, é importante entender que o cão deve aprender a não pular nas pessoas da família, para depois ensiná-lo a se comportar diante das visitas. Desde filhotes, os cães aprendem que pular é uma ótima maneira de ganhar atenção. O problema é que, quando chega uma visita em sua casa, o cachorro sente que perdeu sua atenção, afinal você está interagindo com outras pessoas e não com ele. Logo, passa a utilizar sua velha tática: pular! Se o seu cachorro tem esse costume, mantenha-o na guia toda vez que receber alguém. No momento em que ele for pular puxe a guia firmemente, causando desconforto. Caso o cachorro se comporte, deixe que a visita faça carinho nele e recompense-o com petiscos. Lembrando sempre que a bronca deve acontecer no exato momento do mau comportamento, e ter curta duração. De nada vai adiantar brigar com o cachorro tempo depois da atitude errada, pois ele não entenderá o porquê da repreensão.
Educação diária
Deixe petiscos e algo desagradável ao cão (um spray com água misturada a alguma substância amarga não tóxica, facilmente encontrada em Pet Shops) no local por onde você costuma entrar em casa. O petisco servirá para atrair a atenção do cachorro, desviando o foco de você. Estique o braço e leve a guloseima até ele. Enquanto estiver dando o petisco acaricie-o calmamente. Assim, ele aprenderá que não precisa pular para interagir com você. Repita o exercício sempre que chegar. Teste o aprendizado e, de vez em quando, coloque a guloseima perto de seu peito de maneira que para pegá-lo, o cão precise pular. Se o cachorro demonstrar que vai pular, espirre o spray em seu focinho. Ele associará o pulo ao desconforto e logo abandonará o hábito.
Coprofagia: como lidar com cães e gatos que comem fezes Assista ao vídeo
O ato de comer as fezes pode ter diferentes causas. Descubra a seguir os motivos que podem levar seu cão a agir dessa maneira e o que deve ser feito para evitar este comportamento.
Ingerindo as fezes de outros animais
As fezes contêm nutrientes e vitaminas não digeridos. Logo, por mais estranho que possa parecer, quando os cães comem fezes também estão, de certa forma, se alimentando. Sendo assim, a falta dessas substâncias na alimentação do cão pode contribuir bastante para o desenvolvimento desse hábito. Distúrbios no aparelho digestivo também podem ocasionar tal comportamento que, além de desagradável, causa mau-hálito, e expõe o cachorro a diversas doenças e verminoses.
Comendo as próprias fezes
Comer as próprias fezes é um comportamento mais raro do que ingerir as necessidades de outros animais e também pode ser causado por deficiências nutricionais. Contudo, três outros fatores podem provocar tal hábito: imitação, recompensa e ansiedade. Inconscientemente, você pode levar seu cão a imitá-lo. Por exemplo: quando entra em casa e encontra fezes do seu cachorro no tapete da sala, obviamente, você fica bravo e limpa a sujeira. O cachorro pode tentar fazer a mesma coisa que você, mas da maneira dele: comer os excrementos é a solução para tirá-los do tapete! Existe também a possibilidade de você, sem perceber, estar incentivando o cachorro a ingerir as próprias necessidades. Tome como exemplo a seguinte hipótese: o cão defeca no meio do tapete e come as fezes. Você chega na sala, brinca com ele e lhe faz carinho. Em pouco tempo o cão associará o ato de comer fezes a esses momentos prazerosos e repetirá o feito para ganhar atenção. Cães que ficam sozinhos ou presos quase o dia todo correm um grande risco de desenvolver coprofagia. A falta de companhia e de exercícios faz com que eles fiquem ansiosos e criem hábitos como este.
Solucionando o problema
Antes de mais nada, converse com um veterinário que avalie se o problema é comportamental ou fisiológico, e se pode ser resolvido com mudanças na dieta, e ou, suplementação nutricional. Colocar substâncias amargas não tóxicas (vendidas em Pet Shops) ou vinagre nas fezes, tornando sua ingestão desagradável, pode contribuir bastante para que o cão abandone o hábito. Procure também não limpar as fezes na frente do cachorro. Para impedi-lo de comê- las antes de você recolher, jogue algum produto de sabor ruim sobre elas. Conduza seu cão, algumas vezes por dia, até o lugar certo para defecar. E sempre o elogie por fazer suas necessidades no local correto. Se você simplesmente brigar com ele por defecar em lugares indesejados, o cachorro pode entender que fazer as necessidades na sua presença é errado. Isso pode fazer com que o cão não defeque mais na sua frente e, assim, você não poderá corrigir o comportamento. Caso seu cão esteja ingerindo os excrementos de seu gato, uma dica é colocar a caixa higiênica longe do alcance dele, ou então comprar uma caixa fechada com uma entrada grande o suficiente apenas para que o bichano entre. Outro truque é jogar objetos que façam barulho próximo ao cão quando ele estiver comendo as fezes (como um
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