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Alexandre Rossi

Seu pet te faz bem

Boa companhia é sinônimo de diversão, alegria e prazer em viver! Isso vale tanto para as pessoas como para os pets com quem compartilhamos a vida, não?


Histórias enviadas pelos participantes do concurso.



Renata Sturm Faggion - São Paulo - SP

Sou de um cidadezinha no sul do Brasil com menos de 20 mil habitantes e me mudei para São Paulo há 5 anos. Morar numa cidade grande como SP pode ser bem assustador e dificultar muito a criação de amigos, todos andam super ocupados (até no fim de semana). Me senti muito sozinha nos primeiros meses, já que estava só estudando e conhecia pouco meus colegas. Foi assim que meu marido e eu decidimos adotar um Fox Terrier Pelo Duro, uma raça teimosa, mas cheia de personalidade. Eu pensava que Ciccilo, nome que ele foi batizado, me ajudaria com a solidão porque seria meu companheiro. O que eu não imaginava é que com as minhas caminhadas até o Parque da Aclimação eu faria tantos amigos, até mesmo entre os seguranças e comerciantes no caminho até o parque. Cheguei a saber até mesmo a rotina dos outros cães que saiam para passear com seus donos. Se ia no fim da tarde, por exemplo, iria encontrar fulano e beltrano. O mais engraçado é que nào sabiamos os nomes dos donos, mas sabiamos de cor o nome de todos os cachorros.
Ciccilo se tornou tão popular, até porque a raça não é muito comum, que surgiu uma situação engraçada. Viajei por uns dias e meu cunhado ficou no nosso apto e responsável pelas caminhadas com Ciccilo. Um dia, passeando pelo bairrro, viu uma senhora com uma cara muito séria vir em sua direção, que perguntou: "O que você está fazendo com o Ciccilo?". Assustado, meu cunhado respondeu: "Sou cunhado da Renata, a dona dele". "Ah, então está bem!", respondeu a pessoa aliviada e foi embora com um sorriso sem dizer quem era. Quem diria, além de amigos, arrumei quem cuidasse de mim e do meu melhor amigo. Há Anjos da Guarda tanto para cães, como para humanos.

Andréia Bonfim da Silva Guerrero - São Paulo - SP

Meu nome é Andréia, teho uma bull terrier d 5 anos chamada July Gringa.
A July é uma figura, principalmente qdo vamos brincar com a "preciosa bolinha"!O pior é q não consegui ensiná-la a solta a preciosa.
Até mesmo qdo passeamos vejos os olhares assustados com um cachorro desse porte e força.
Mas o engraçado é q mesmo assim algumas pessoas param pra conversar ou ver ela brincando.
Qdo as pessoas vencem as barreiras do medo e do preconceito, descobrem uma cahorra feliz, alegre, dócil e muito carinhosa.
A July desde peq. sempre foi danada.
A doçura da July é tanta q minha sogra sempre qdo acordava, a July pulava com as patas em sua barriga.
Qdo minha sogra operou da vesícula ficamos com receio d isso acontecer.Chegando em casa pedi pra minha sogra mostrar pra July a operação.Ela olhou ...deu uma cheirada sem encostar e saiu.E ficou o tempo todo ao lado da minha sogra.No outro dia a July não pulou emcima dela + continuava sempre ao lado.
E depois d um tempo tivemos q castrá-la por causa d uma piométra q pegou no cruzamento.Aí foi a vez da minha sogra ficar ao lado dela.Foi até engraçado.
O duro foi qdo minha sogra faleceu.A July e nós ficamos muito tristes. A July ficou amuada e sempre ia no quarto dela ou na sala como elas ficavam as duas,procurando minha sogra.Afinal uma sempre foi a compania da outra,mesmo qdo minha sogra viajava ou trabalhava.
Hj moramos em um apto, foi difícil no começo até alguns moradores se acostumarem com ela, isso por causa do preconceito.Hj todos adultos e principalmente crianças no prédio já conhecem a July.
E com seu carisma e doçura tem muitos admiradores e "amigos" q correm com ela qdo vai atras da preciosa.
A situação + engraçada q passei com a July foi uma vez q fomos pra Maresias e fui d manhã com ela comprar pão.
Deixei a July com a guia fora da padaria em um postinho presa.Como a fila estava grande acabei demorando um pouco e preocupada com ela lá fora.
Qdo cheguei pra pegá-la... simplismente ela estava com um rapaz q nunca vi, rolando com ele no chão e lambendo.
Olhei...dei uma risada... e perguntei se podia interromper o namoro pq precisava ir embora e estava com fome.Todos q estavam nas mesas ao redor da padaria estavam olhando e rindo.
A July adora ir pra praia, qdo ela se liga q estou arrumando as coisas pra viajar fica numa alegria só.
Ela aqui em casa é nossa alegria, nosso conforto sem cobranças nos horas tristes. Ela nos dá seu amor incondicionalmente,principalmente qdo chega perto da gente com esses olhinhos pequenos, e estabanada com seu corpo grande e pesado dando lambeijos sem parar.
Essa é minha bull terrier... July Gringa...

Adriane Sartori - São Caetano do Sul - SP

Tinhamos uma cachorrinha pincher que se chamava "MENINA" ebtão eu e meu irmão saiamos e meu irmão passava perto das meninas e dizia mas q "menina"linda e ranzinza..e as meninas queriam saber quem era ranzinza então nos sempre faziamos amizade e ele sempre arrumava uma namorada nova.

Eiddy Cristina Assunção Batista - Londrina - PR

Realmente os bichinhos podem quebrar o gelo, agindo como um faclitador social, não só os cães como diversos outros animais. Sou dona de um gato que, por morar em apartamento, foi acostumado a passear na coleira. Quando saiu na rua as pessoas acham super engraçado e se aproximam com um largo sorriso no rosto e começam a fazer perguntas sobre o gatinho. Uma reação muito prazerosa, principalmente nos dias de hoje, onde as pessoas andam estressadas, sempre com cara fechada e muitas vezes não conhecem nem conversam com as pessoas que moram ao lado. Olha o Chuvisco aí ainda filhotinho...

Carolini Pocovi - Florianópolis - SC

Lá em casa, onde a Kein (cadelinha linda que eu adotei) reina... pode-se dizer que ela é o centro da minha atenção... Chega alguém e ela já corre pra cima... é uma pentelhinha que ama brincar. Não tem o que fazer em casa com os amigos??? Sente na rua e brinca com ela... todo mundo adora e se diverte, pq ela é impressionantemente inteligente! Pula alto, corre com a bolinha... mais esperta ao natural impossível! Aprende rápido aos truques e por isto é mto safadinha...
Os meninos que moram perto de casa já se acostumaram a se entreter com ela, ficou sem fala?! Brinca com a dog...
Ela é simplesmente um amor!!!

Priscilla França da Costa - Rio de Janeiro - RJ

Olá! Essa é a Pepa (Penélope), minha buldog inglês. Ela tem 1 ano e é muito divertida.
Todo os dias ela mostra como o Cão facilita a vida social e muitas vezes não é a minha. Percebo que ela faz com que outras pessoas que jamais falariam comigo se aproximem e na grande maioria das vezes pelo atitude dela. Passeamos todos os dias, mas nos finais de semana sempre a levo para andar na Lagoa. Durante os passeios ela desenvolveu um coisa muito engraçada: sempre que tem um grupo ou pelo menos duas pessoas e uma delas fala com ela, ela segue até a outra pessoa do grupo, se senta de frente para ela e fica pedindo carinho. Se eu passar por um grupo de 10 pessoas, ela vai sentando na frente de cada uma delas e pedindo carinho. As pessoas não resistem e acham isso muito engraçado. Conclusão, a Pepa é o Cão mais conhecido do bairro e eu acabei fazendo muitos amigos novos por causa dela.
Já aconteceu de estar passeando com ela e alguém que nunca vi dizer: Pepa!!! Quanto tempo!! E eu fico me perguntando como uma pessoa pode conhecer o meu cachorro se não a conheço??? Foi aí que descobri que ela quando está no Petshop fica de fazendo amizades, pois ela fica solta, e a dona da Pet adora pq sempre entra alguém que quer ver a Pepa e acaba conhecendo a pet.
Esta foto é de um passeio na Lagoa e mais uma vez a Pepa com crianças ao lado dela. Sempre pedem para tirar foto!
Espero que tenham gostado da história. Certamente terei muitas outras, pois ela apronta todos os dias!
Obrigada.
Bjs, Priscilla

Adriana de Souza - São Paulo - SP

Eu tenho uma amiguinha chamada Layla de 10 anos,ela e super esperta,mais as vezes ela gosta de fazer pirrassa para minha mae,quando a gente sai de casa ela abre a porta do nosso quarto e faz a maior bagunca na cama da minha mae e passa direto da minha,e agora ela deu em chupar a cobertinha dela ve se pode uma coisa dessa,mas com toda sua graca eu a amo de montao,alem de ser minha amiga ela e minha companheira ate para fazer compras,tem ate uma bolsinha so para ela.

Patrícia da Costa Carvalho Vieira

Eu tenho um labrador de 1 aninho, da cor chocolate, está comigo desde que nasceu praticamente, ele é lindo e super ativo também.
Apronta cada uma comigo e meu marido! rsrsrsr
Posso dizer que ele é um facilitador social, por exemplo, dá ultima vez que fugiu de casa, saiu correndo igual um doido e foi para de baixo da saia da vizinha, cheirando tudo, ela estava com várias sacolas nas mãos e não pode nem se defender, eu fui acudi-la e acabei pegando amizade com ela....... foi muito engraçado.
Ele adora brincar com crianças, pois também é uma "criança", e eu acabo abrindo as portas da minha casa, chamo todas as crianças da rua para brincar com ele, eles fazem a maior farra e eu acabo me divertindo também.
Outra história que aconteceu, foi quando o filho do vizinho de 3 aninhos jogou vários pares de chinelos para o meu quintal ,Halley imediatamente fez os chinelos de brinquedos e comeu um por um, tirou a tira de um, a parte da frente de outro, enfim, acabou com todos , o vizinho veio nos chamar para devolver-mos os chinelos, quando fomos procurar, que nos deparamos com o estado deles.... Como explicar para o vizinho o que tinha acontecido? Foi constrangedor mas ele entendeu e acabamos fazendo amizade.
Confesso que ele me deu muito trabalho e me dá até hoje, contratei adestradora para ver se ele ficasse mas obediente, mas melhorou pouco.
Enfim, essas são algumas das histórias que tenho vivenciado com o meu lindo cachorro Halley.
obs: Como o nome já diz: Halley, ele é verdadeiramente um cometa.
Espero que todos tenham gostado.
Patrícia Carvalho Vieira
bjs
Olha ele ai comendo uma banana. Adora!!

Maria Ap. Michetti - Jundiaí - SP

Boa noite, Dr Alexandre e equipe.
Quero comprimenta-lo por seu excelente trabalho,sou sua fã.
Estou escrevendo pois está matéria é perfeita, moro sozinha em jundiaí minha família é deAraras, tenho uma vida " agitada " durante o dia, pois sou Enfemeira e trabalho o dia todo em Fco da Rocha, quando chego em casa bate a solidão. Sempre tive cães desde criança, nãoconsigo viver sem este Amigo Fiel,minha situaçãoficou pior quando a minha Poodle Madona faleceu o ano passado, após 17 anos ela se foi,também já tinha partido o meu pai em2005, imagine ,as coisas que você mais Ama,comecei a ficar triste,vivia infeliz e sentia falta da madona, pois quando eu chegava do trabalho ela estava me esperando e todos os dias eu a alimentava com papinha,Iorgute,pois ela não conseguia mastigar(fratura de mandíbula antiga devido uma limpeza de tartaro), dormi por alguns meses com sua cobertinha,parecia que tinha ela junto de mim, ai um dia pedi a Deus que queria um outro cão, decidi lavar o seu cobertor,pois sabia que ela ja´tinha cumprido seu tempo aqui e não voltaria mais.
Passado 7 meses, o filho de uma amiga queria falar comigo ( eu não sabia ).
Liguei para a Natalina perguntando sobre uma planta, Balsamo,se ela teria em sua chacara, o filho dela atendeu o celular e me disse, vc não morre mais, perguntei o porque e ele me disse:
Tenho uma amiga que tem um Lhasa Apso para vender,pensei em vc, é macho e se chama Yan,Deus Gracioso, branco e preto,mostrou a foto pelo celular, me apaixonei, (valor 260,00) eu não acreditava, pois sabia que está raça émuito cara, e sempre dizia pra mim mesma ,se algum dia tiver que ter outro cão,vou querer um desses,mas só qdo a Madona se for. Eu não conseguia acreditar, então na mesma ora fomos ter encontro com a Renata que estava em posses do Yan,fui para conhece-lo, já era 19:30 hrs, marcamos em uma rua próximo ao centro de Franco da Rocha, está moça chegou com o Yan dentro de uma casinha de transporte de tecido,com a ração,carteira de vacina, brinquedinhos, ela não o queria e estava mesmo disposta a "DESPACHA-LO". qdo vi o bichinho tão pequeno e indefeso,pegue no colo ele colocou suas patinhas ao redor do meu pescoço e não tive duvidas, perguntei o valor ela confirmou ,paguei e o trouxe,.
Todas as vezes que saio com ele,é um Sucesso as pessoas se aproximam para tocá-lo, conversan surgem amizades novas, já não fico sozinha, no carro acontece o mesmo,ele chama a atenção e as pessoas o acham Lindo querem pegá-lo colo. A minha mãe que não queria mais cachorro, outro dia até CHOROU,porque eu tinha levado para Jundiaí, (estava com reforma no meu apartamento, era carpete, tive que colocar pisos pois ele um dia estava com um pequeno prego na boca, arrancou aquela cordinha do carpete e estava mastigando o prego,quase tive um ataque,fiquei apavorada,tirei o objeto de sua boca e toda a cordinha e preguinhos que a segurava, comecei uma reforma de urgência,com condiçoes financeiras apertadas, tudo para ter o meu Yan com segurança)ele ficou em Araras uns 4 meses,minha irmã Silvana quem cuidava dele ,todos se apegaram a ele,até meu cunhado que não tinha tanta afinidade hoje tem maior carinho por ele e a Vanessa e a Evinha, não ficam sem ele.
Hoje o Yan é parte de nossa família, tem uma residência em Jundiaí e outra em Araras,ele está com um(1) ano,é muito arteiro, um pouco desobediente, muito fofo,não gosta de dengo como a Madona gostava.
Bom se você lêr este e-mail, gostaria de pedir uma dica de como melhorar este cuidado com o Yan, já comprei cinto de segurança para ele, acontece que mesmo com o cinto, com caixa de transporte,está difícil de leva-lo,no carro sozinha, ele não para,vem no colo do motorista, fica com o corpo e cabeça exposto para fora do carro, tenho que viajar com vidros fechados pois ele quer ficar no meu colo, isso qdo não coloca as patas no volante, ele fica muito inquieto, gostaria que ele ficasse como a Sofia,comportada .
( emprestei a caixa do Dr. João de Mello,para levá-lo, sem chance, não deu certo,ele ficou desesperado e cansado, irritado ).
Desde já deixo meu Abraço e desejo muito Sucesso a você,seu trabalho é maravilhoso e traz muito aprendizado.
Grata
Maria Ap.Michetti

Erika Paula Mota - Teixeira de Freitas - BA

Bem antes de tudo quero dizer que sempre achei que ter um animal é muito importante para todos nós. Principalmente quando se tem crianças, pois acredito que elas acabam se desenvolvendo em diversos aspecto inclusive no campo social.
Aqui em casa foi uma luta pra termos nossa cadelinha Suri, pois meu marido nunca pode ter nenhum animal porque seus pais nunca aceitaram um cachorro em casa, então pra ele essa era uma idéia inaceitavel. Eu e minha filha custamos a convence-lo a comprar Suri, tivemos que esconder dele o valor que seria pago nela, pois só deixaria comprar se o cachorro custasse até no maximo 400 reais e Suri ( uma shapeizinha) custava 600 reais, toda a transação estava sendo feita por e-mails já que aqui ñ tinha ninguém que tivesse essa raça.
Combinei com o Dono de fazer o deposito de 200 reais e quando chegasse lá com meu marido pra Buscar Suri pagaria o restante que seria exatamento os 400 reais. Porém me esqueci que meu marido tinha a senha do meu e-mail, e ele sem querer ao acessar meu e-mail descobriu nosso plano.Rssss
Me lembro até hoje, que ele só ligou e me perguntou se eu e Julia ( minha filha) ñ tinhamos algum segredo pra contar pra ele. Ficamos pensando que tudo estava perdido e nossa cadelinha ñ seria comprada.
Mas acho que com essa historia toda ele viu o quanto queriamos ter um cachorro em casa, e no mesmo dia foi com a gente buscar Suri.
E Hoje ele adora ela, assim como eu e minha filha.

Maria Izabel Augusto Teixeira Silva Zatti - Guarujá - SP

Em uma 6ª feira a tarde passei em uma loja e vi o caozinho preso em uma casinha de galinhas para venda, nao resisti e levei-o para casa no mesmo dia , o pior é que eu nao tinha o dinheiro suficiente o que me fez pedir pelo amor de deus que o dono do local me fizesse um desconto, prometi dar-lhe amor e carinho e um lar feliz. deu certo hoje é o meu maior amigo mais ta precisando de disciplina pois é muito grande, eu ja adiquiri varias coisas do dr. pet inclusive coleiras e brinquedos mais gostaria de saber como utiliza-los, adoro vcs! FOI O ENCONTRO MAIS FELIZ DA MINHA VIDA, ESTAMOS TORCENDO PARA GANHARMOS!!!

Marcelia Gaiotto - Salto - SP

Gosto muito de seu programa..

Corina de Sousa Rodrigues Maschio

Antes de entrar na facilitação social, acho importante ressaltar alguns pontos para que todos possam entender melhor a importância do Totó na minha vida. Sempre amei animais e, desde que me entendo por gente quis ser veterinária para poder salvar vidas. Essa certeza sempre foi sólida em mim. Contudo, com a aproximação do vestibular e todos a minha volta dizendo que a medicina veterinária era um campo pouco promissor financeiramente, eu balancei. Procurando desculpas, tentei me convencer de que não teria coragem para realizar procedimentos simples como injeções ou suturas e passei a pesquisar outras profissões que pudesse exercer. Já tinha desistido do meu sonho quando o Totó surgiu.
Há quase 13 anos (que vão se completar em outubro) um pequeno cão SRD com os olhos mais sinceros que já vi me escolheu. Infelizmente ele já chegou muito doente. Tinha cinomose, uma doença fatal na maioria dos casos. Com o tratamento cumprido a risca ele se recuperou e, para surpresa maior, sem seqüela nenhuma. A partir daí ele se tornou um “bebê” a ser mimado. Recebeu todas as vacinas necessárias, banho e tosa, roupas, brinquedos, ração de qualidade... Enfim, as visitas constantes a clínica/pet shop me proporcionaram uma oferta de emprego. Mas o maior lucro não foi o emprego, o fato de trabalhar em uma clínica veterinária reacendeu a chama dentro de mim e me deu a certeza de que ser veterinária era a única coisa que eu queria para mim. Hoje sou médica veterinária clínica de pequenos animais.
E a facilitação social através do Totó não parou nem no emprego nem na futura profissão. Encontrei o amor da minha vida na faculdade. Isso equivale a dizer que, não fosse o Totó, provavelmente hoje eu não seria veterinária e não estaria casada e feliz. Sem contar o “apoio” que o Tótinho deu ao nosso namoro logo que conheceu o Vanderlei (meu marido). O Tóti sempre foi um cãozinho “faca na bota”. Ele nunca deixa homens se aproximarem dele logo de cara. É preciso que eles conquistem sua confiança antes. Mas quando viu o Vanderlei pela primeira vez fez festa como se fossem velhos amigos. E, quem conhece cães, sabe que não se deve duvidar do seu sexto sentido com as pessoas. E o do Tóti parece mais forte ainda, até hoje eu desconfio das pessoas por quem ele nutre uma animosidade inexplicável.
Quem iria imaginar que aquele cãozinho de olhar sincero, que todos acreditavam, nem fosse sobreviver, iria me render uma profissão para a qual tenho verdadeira vocação, um marido dedicado a quem amo profundamente, e uma família feliz composta por nós dois e nossos pets: Totó (que ainda está vivo, forte e, se Deus quiser, continuará assim por muitos anos), Véinho (outro cão SRD ex morador de rua) e o Minzinho (um gato SRD caolho e paraplégico). Constantemente eu brinco que o Totó é o meu rabo postiço, onde eu estou, ele está. Não consigo nem pensar na idéia de perdê-lo sem que sinta uma pressão sufocante no peito e meus olhos se encham de lágrimas. Pode parecer piegas, mas acredito que ele seja minha alma gêmea canina e que nunca mais vou encontrar outro amigo pet como ele.
Na foto abaixo estão o Véito (acima - branco e preto), Tóti (meio - caramelo) e Minzi (abaixo).

Margarete Augusta Soares - Mairiporã - SP

Há seis meses me mudei de Guarulhos para Mairiporã, mais precisamente para um condomínio na Serra da Cantareira, para onde levei também a minha viralatinha Neguinha que adotei há 3 anos no Centro de Zoonoses de Guarulhos.
Como lá as casas são construídas em terrenos muito grandes, quase não vemos os nossos vizinhos. Então, demorei para conhecer minha nova vizinha. Aliás, teria demorado mais se não fosse a Neguinha.
Com a mudança a Neguinha passou a ser muito mais feliz, pois morávamos em uma casa pequena e fomos para uma onde tem muito mais espaço pra ela correr e brincar e, para sua maior alegria, o fundo do meu terreno é aberto para a mata, por onde ela pode sair e entrar livremente e fazer o passeio dela pelo condomínio.
Um belo dia, eu estava saindo para trabalhar e me deparei com a Neguinha do lado de fora do portão. Saí e perguntei a ela em tom de bronca o que ela estava fazendo na rua. Para a minha surpresa apareceu a minha vizinha retornando da sua corrida matinal, junto com um de seus dez cães, e me disse: ela foi correr comigo. Ela me acompanha toda vez que corro. Foi aí que descobri que a minha vizinha também corria. Digo também, porque eu também corro. Eu já a tinha conhecido em uma outra ocasião, quando o gato dela se perdeu na minha casa e ela me pediu para entrar para resgatá-lo. Desde então, não havia mais tido oportunidade de falar com ela. Apesar de termos nos conhecido também através de um animal (o gato), foi a partir do segundo encontro que se formou um triângulo de amizade: eu, a vizinha e a Neguinha! Quando a Neguinha escuta a vizinha saindo para correr ela sai correndo para acompanhá-la e quando eu vou correr ela também me acompanha por todo o percurso, que quase sempre passa dos 10km. Ela nos acompanha sempre sem guia e tem a liberdade de parar quando quiser (e às vezes ela quer) e retornar pra casa. Se ela acha que o percurso está chato e repetitivo, passando pelos mesmos lugares ela simplesmente vai embora. A Neguinha se revelou uma atleta de forma totalmente espontânea, sem nenhum estímulo de nossa parte. Em menos de seis meses, eu e minha vizinha já participamos de muitas provas de corrida de rua juntas e a nossa amizade se tornou tão sólida que parece até que já nos conhecemos há muitos anos! Tudo isso graças à nossa adorada cãopanheira Neguinha!

Sueli Trevisan - Cesário Lange - SP

BOA TARDE!
REALMENTE OS NOSSOS CÃES FACILITAM NOSSA VIDA SOCIAL,EU NÃO PRECISO NEM SAIR DE CASA ,POIS MEUS CACHORROS FICAM NO PORTÃO,E TODOS QUE PASSAM PARAM PARA BRINCAR COM ELES,E ACABAMOS NOS CONHECENDO,PARA PERGUNTAR,O NOME, A RAÇA,POIS TENHO 3 , 01 CASAL DE POODLES,E 01 SHIT-TZU FEMEA ,SÃO A ATRAÇÃO DA RUA !!
SÃO MEUS FILHOS ADOTIVOS.
QUE DEUS OS ABENÇÕE!!
ESPERO QUE EU SEJA SORTEADO...

Marilda de Oliveira Susaki - São Paulo - SP

A historia que tenho pra contar eh que morei 17 anos no Japao e quando resolvi voltar, trouxe minha beagle , a Hikari-chan, descobri logo no aeroporto de Nagoya que realmente o caozinho faz com que pessoas ate de outras racas se aproximam sem nenhuma timidez, se nao falamos a mesma lingua nao importa, fazem gestos , sao simpaticos e pra carinho acho que a linguagem eh Universal, a linguagem eh um simples sorriso demonstrando o amor que sentem os seres humanos pelos animais.
Nao eh legal isso?
Bem, aqui estah a minha historia.Espero que gostem.
Abracos
Marilda

Kelly da SIlva Menengati - São Gonçalo - RJ

Minha mãe sempre sonhou em ter um filha pretinha. COmo somos brancos, não aconteceu. Resolvi então, presentea-la com uma cocker spaniel pretinha, linda! Seu nome é Sapeka, tem 11 meses e é muito levada como seu nome diz! Ela gosta de tomar banho de piscina e de fazer cooper pelo quintal. Parece que tem um cavalo no quintal qd ela resolve brincar pelanoite. Sapeka é muito alegre e meiga. Mas muto agitada, não pode ficar dentro de casa que quer cavar o sofá, a cama e procura o que pegar para brincar. Ela come brinquedos, plantas, roupas e tudo que tiver pela frente, mas não faz isso como ato de rebeldia ou malcriação, ela pega para brincar. As vezes ñão sabemos como agir, pois ela tem ciumes da poodle e, com isso, ficamos preocupada com o futuro dela. Comprei o DVD e livro do DR Petty, mas minha irma disse não resolver. A Sapeka mora em COrdeiro ( interior, regiao serrana do RJ) com meus pais e minha irmã caçula. Segue uma foto dela. Abraços. Kelly

Maria Eliete Anjolim - São Paulo - SP

Aos domingos vamos a praça levar nossa filha-pet p/passear, pois ela adora, e foi assim que fizemos inúmeras amizades neste local. As pessoas já nos conhecem, mais é somente o nome GABRIELA que escuto. É lindo ver as crianças pequeninas virem ao meu encontro somente para passar a mãozinha nela, e ver o sorriso de alegria no rostinho delas. Levo ela sempre com uma roupinha nova, com piercing nas orelhinhas e com sua mochilinha onde carrego seus apetrechos e seu cata Kaka....e por causa desta mochilinha, ela já ganhou mil elogios e eu, fiz amizades com novas pessoas e seus pets.
É realmente impressionante o poder que "eles" tem de chamar atenção, de conquistar um coração e de ganhar um sorriso, e tudo isso enche meu coração de alegria por te-la ao meu lado e por ver crescer o numero de pessoas que se importam, amam e dedica um parte do seu precioso tempo, para passar ao lado de um "ser" iluminado, que só nos faz bem e torna todos os nossos momentos inesquecíveis. AMO MINHA FILHA DE 4 PATAS.

Gisele da Silva Horacio - Duque de Caxias - RJ

Eu vivia tranquila em minha casa com meu poodle Kewin, tranquilo e mauricinho. Derrepente minha vida mudou...
Meu pai foi na feira um belo dia e me trouxe numa bolsa 2 filhotes de viralata misturado com aquela raça que parece salsicha, o Snoope e Timão. Daí então começou minha saga.
Depois de mais um tempo meu pai novamente salva um filhote de vira lata com um olho cego que seria atropelado e leva pra casa, o Paçoca. Meu Deus que loucura!!!!
Depois de mais um tempinho, minha irmã salva outro viralata (igualzinho ao ùltimo) também com um olho cego e leva pra casa, que virou o Tekinho. Aí eu quis desaparecer. E tudo isso se transformou em 5 unidades de amor, carinho, diversão e muita, mas muita alegria mesmo. Ele me ensinam todo o dia o que é ter paciência e o conviver com pessoas, apesar de serem cães.
Enfim, eu sou muito feliz em ter minha trupe.

Marta Pagani - São Bernardo do Campo - SP

Boa tarde, tenho um lindo cachorro que se chama Yago, com a idade de 10 anos.
Ele é a paixão da casa, mas em determinados momentos, ou quase todos, quem manda no ambienete é ele.
Quando meu marido chega da rua, seja do lugar que for, ele se coloca no meio da sala e , quer a todo custo, ganhar pão. Mas não pode ser inteiro, e sim aos pedacinhos e na boca, devido ao fato de já haver engasgado uma vez.
Quando chego tarde da Faculdade, minha cama se torna um playground, só brinquedos, e com eles tenho que brincar até que Yago se canse.
Sei que essas atitudes que Yago assume, são devido ao fato de deixarmos ele fazer de tudo.
Há mais ou menos um mês, ele ajudou a salvar a mãe da minha vizinha. Essa senhora já é de idade avançada, e mora na casa da frente, minha vizinha (D. Vilma) mora na casa dos fundos, mas o Yago escutou ele choramingar de dor por haver caido e começou a latir de forma diferente, como minha vizinha (a filha) achou que ele latia muito, desligou o telefone, pois encontrava-se em uma ligação do filho que estavam em uma viagem a trabalho, e saiu ao quintal para ver o que estava acontecendo, para nossa surpresa a D. Ruth estava pedidndo ajuda! Desse dia em diante passamos a dar mais atenção aos avisos do meu Yago, pois ele não tem acesso à rua, e seus avisos dizem respeito ao alcance do nosso quintal.
Acho que já deu para perceber que sou literalmente apaixonada por ele!